Que desenho legal né? Sim... mas pra quê tudo isso?

 

             Sei que pode parecer piada, mas eu não gosto muio de falar dos meus livros... e como existem piadas que são pra rir e outras pra entender, aqui serei a piada, e mais sei lá o que posso ser pra você.

             Este é um espaço na internet onde eu comento todos os livros que escrevi, que estou escrevendo e que ainda vou escrever... sim pois estes estão numa fila que somente sabe crescer... na minha cachóla.

             Existe além deste, mais um site, onde você pode encontrar algumas informações primárias sobre tudo o que eu venho escrevendo ao longo destes sete anos de literatura:www.hrrq.webnode.com; vale um tempinho de atenção porque lá te dão bases para o que tem neste site, pois neste aqui, comentarei sobre o que no lá é apresentado.

            Como eu te disse, comentarei sobre meus livros... todos eles! Porque não tenho muita vocação para ser compreendido logo de cara... sabe... no contexto geral das histórias – concordo que nem me esforço pela compreensão primária, e sim de resolução geral da obra – e talvez eu erre ou acerte por isso... depende de você leitor.

            Aconselho que conheça antes deste, o outro site, para que assim sua concepção do que são minhas obras e quem é o Hiago fique mais completa e talvez... talvez mais clara. Aproveite para conhecer o Acervo: um cantinho lá no Ofical que te disponibiliza todas as minhas "Prosas Que Versam" para você poder ler, enviar via E-mail e até imprimir a que escolheu e fazer aquela pessoa... bem, aí é você quem sabe...

            Se acha legal ficar babando na dos caras que se dizem escritores... ou então, se por outro lado, quiser saber o que eu passei, fiz e vivi para poder ter alguma história pra te contar... conheça no tal site oficial o tópico “Biografia a história que contam sobre a minha vida... é quase a real... quase; e acho que a real mesmo... nem eu sou capaz de contar... rárá!

           Como você já deve ter percebido, esse site não tem seriedade... é o meu canto, eu escrevo aqui, e somente eu! Sabe... é o oposto do primeiro site,  e está todo em preto e branco para acusar isso logo de cara, para contrastar com a coloridez do meu site oficial... ou seja... lá tão falando do Hiago; aqui... “eu” tô falando do Hiago... mas quem sou eu....? Olha... sempre me perguntam isso, porque o que eu escrevo chega antes do que o quê eu sou... e é por isso que Deus existe... mas acho que ainda não encontrei nada de simples que resumisse alguém tão besta como eu... posso tentar?

Boa sorte!:

 


Meus livros:

 

Olha.. eu gosto tanto de me mostrar... que vou colocar nas colunas abaixo um trecho de alguns dos meus livros.... espero que goste... e que encontre muitos erros ortográficos....!


 

        Os Três Erros

 

       Uma elipse de três andares, com teto claro de vermelho de fogo, de chão de areia da praia suja, marrom apreteada, com as cadeiras da sala do destino, a mesa e tudo mais que lá tinha que não eram nem as paredes e nem o teto, tudo estava no centro daquela elipse gigante, inclusive o Guilherme, sentado num banco de carro, sem carro, apenas o banco e congelado ainda.

Na elipse existia dois extremos que se encontram numa curva, como todas as elipses, só que destes extremos partia as acusações e as defesas? Não! No julgamento do Destino não existe acusações, e nem defesas, é simples, e eu te mostro:

Quando todos silenciaram, um deserto pareceu aquele lugar com mais de cem mil corpos celestes e telestes. Mas nas pontas das elipses estavam vazias, e o caldeirão que parecia aquele julgamento, dividia-se em dois, de um lado os demônios do inferno, e tendo como seu soberano o Diabo, e no outro os anjos, tendo como o soberano Jesus.

       

      E do centro da cúpula da elipse, bem perto de onde estava o destino, o Eduardo, o Carlos e o Ney, juntamente com o Guilherme, ergueu-se do meio da areia um pedestal altíssimo, que emergia até o segundo andar das arquibancadas. Quando parou de erguer-se, veio um mosquito, amarelo, voando pelo pedestal, pelo púpito, e deslizava-se no vento, ao tempo que todos olhavam para o tal mosquito. Quando o inseto começou a se iluminar, e brilhar e brilhar, até erradiar uma luz que esclareceu até o teto de fogo da elipse, e até os olhos de todos, quase os cegando, e ao mesmo tempo em que todos protegiam a visão com os braços e lutavam para ver ao mesmo tempo.

        

      E o inseto ganhou tamanho de homem forte, e foi se escurecendo a luz, até perceber-se no homem que ali estava o corpo de qualquer outro, mas ao dizer a primeira palavra, durante a pasmeira de todos, todos perceberam quem era.

E ele disse: - Meus filhos! – e todos disseram-se: - Deus? Sim... É ele?

E Deus, olhando para o primeiro que disse e respondendo:

- Sim, para você e para todos que aqui estão agora, eu sou o Deus. Silêncio! Vamos com o Julgamento!


 

          As Cinzas da Fênix

 

         Ônix fez um pequeno, mas profundo e forçado corte no pescoço do rapaz. Tico dava gritos de horror, e se perguntava como uma criança tão jovem podia ter um mostro dentro dele com tanta força que fazia ele ficar tão vingativo ao ponto de matar.

O rapaz que dormia na hora da navalhada deu um salto desesperado e se levantou dos braços magros de Ônix, e em um só segundo falou:

- Tico! O rapaz pôs a mão sobre o corte e olhou assustado a cascata de sangue que jorrava, depois olhou para Ônix que sorria abertamente lhe dizendo:

- Vai com o demônio que te carregue infeliz!

O rapaz caiu já sem vida aos pés de Tico, que dava um berro abafado pelo saco que já entrava por sua garganta entupida de sangue.

 


 

         Triplistracktenum

 

        Vinícyus viu algo estourar na cabeça do tiozinho e em cima da orelha esquerda, do mesmo lado em que Vinícyus tinha tocado, algo destampou-se, abrindo um buraco na cabeça do homem, e atravessando este buraco ao outro lado da cabeça, como se o velho estivesse ali sentado, com uma arma invisível na cabeça, esperando ser tocado para atirar, mas uma arma invisível, como ninguém segurando, como ninguém vendo o braço erguido e sem motivos para tal...? Será?